Como se proteger de fraudes utilizando o PayLink



Em toda venda com cartão não presente, via site, link de pagamento ou televendas, a responsabilidade pelas transações realizadas é do lojista, por isso, tenha sempre muita atenção nas questões referentes à segurança.


As fraudes crescem de acordo com o aumento das vendas online por ser um ambiente mais vulnerável, mas sabendo lidar com isso, você poderá fortalecer este canal e incrementar seus lucros, com riscos calculados.

Falar sobre segurança online é o mesmo que falarmos da segurança de uma casa.


Existem várias maneiras de proteger a sua residência: um muro alto, cerca elétrica, alarme, cachorro bravo, câmeras de monitoramento etc. Nenhum deles vai impedir do ladrão entrar, mas todos eles vão dificultar e bastante.

Nas suas vendas online, não é diferente, você deve adotar um conjunto de práticas e estabelecer políticas de venda distintas, conforme sua região, produto ou serviço que oferece, valor, público-alvo e assim por diante.

Dependendo de cada situação, valor, quantidade, recorrência, cliente novo ou antigo, você pode adotar medidas mais ou menos rigorosas.

O desafio é permitir que as vendas aconteçam e que suas fraudes sejam controladas. Para isso, é importante entender as possíveis tentativas de fraudes e como minimizá-las utilizando o PayLink.


Conhecendo melhor a plataforma:

Um paylink permite até 3 tentativas de pagamento, configurável para menos. Isto evita que um fraudador fique testando limite de cartões clonados na sua loja. Sendo assim, é altamente recomendável não enviar mais de um link para o mesmo cliente, sem entender a dificuldade que ele teve ao tentar pagar, ou o motivo da recusa.


Quando um pagamento é recusado pelo banco ou por sua adquirente, e pode ser por vários motivos, deverão aparecer as seguintes mensagens para ele: “pagamento não autorizado pelo banco” ou “pagamento negado”. A primeira é óbvia e a segunda, pode ser um erro de digitação ou cartão inválido para esta forma de pagamento.

Se isso acontecer, não adianta o cliente tentar novamente com o mesmo cartão, a não ser que ele tenha errado a digitação. Consequentemente, não vai adiantar enviar mais links para ele, a não ser que ele tenha outros cartões, mas cuidado, pois ele já teve 3 chances, com mais um link, ele terá mais 3, o suficiente para concluir o pagamento com outros cartões, mas se ele solicitar outro link, desconfie.

Outro caso típico de fraude é o cliente solicitar um link para pagamento, depois pedir para retirar o produto na loja. Assim, ele evitará de informar um endereço verdadeiro, o que tornará mais fácil dele desaparecer, sem possibilidade da loja recuperar o que vendeu.

Pensando nisso, desenvolvemos um antifraude inovador, simples e eficiente - SafeCheckout - que te auxilia na confirmação da identidade do comprador, através do número do CPF informado.

O sistema elabora algumas perguntas, que o titular do documento terá facilidade em responder, mas se for um fraudador, o elemento surpresa do teste e o tempo curto para responder cada pergunta, vão dificultar que ele busque as informações em documentos, caso os tenha, e muito provavelmente será reprovado, já que o teste não pode ser pausado ou reiniciado.


Portanto, é altamente recomendável que você não envie mais de um link com o SafeCheckout ativo, sem entender a dificuldade do seu cliente responder o teste, pois as perguntas são elementares ao titular do CPF, e é bem pouco provável que alguém não consiga respondê-lo. Vez ou outra pode acontecer, mas o cliente que é reprovado duas vezes, o risco de ser uma fraude é gigante.


Ao enviar vários links com o SafeCheckout ativo, mesmo que sejam mais de 30 possibilidade de perguntas, e que elas sejam embaralhadas a cada repetição, o fraudador mais experiente pode entender a lógica do teste e conseguir burlá-lo.

Número de perguntas, mínimo de acertos e tempo de resposta são configuráveis no painel. Leia mais sobre SafeCheckout no nosso blog safecheckout-confirma-a-identidade-de-clientes-novos

Pode haver, ainda, a fraude onde o titular do cartão e comprador legítimo contesta a própria compra, por má fé. Ele liga no banco após receber o produto e diz que não reconhece aquela despesa, e que não recebeu dada daquela loja.


Neste tipo de situação, o SafeCheckout também pode ajudar bastante, pois os elementos gerados no relatório, podem facilmente estabelecer o vínculo da venda com o comprador.

Adicionalmente, nunca deixe de checar o endereço de entrega, dependendo do valor ou da situação, tente verificar sua veracidade, pois será um dos itens principais quando tiver que tentar reverter um chargeback junto à sua adquirente: a prova de que seu produto foi entregue para aquela pessoa.

Daí, você pode já ter se perguntado: uma pessoa pode comprar com o cartão de outra? Sim.

Podemos dizer que é uma prática de mercado, onde o filho usa o cartão do pai, a esposa usa o do marido, ou um funcionário de confiança usa o cartão do patrão. Tanto na maquininha (se o portador tiver a senha), quanto no online (se o portador tiver os números do cartão), a compra poderá ser aprovada. Porém, é na compra não presencial que existe maior chance de contestação.

Isto porque, não existe vínculo nominal de um cartão de crédito com seu titular (CPF), por questões de privacidade e segurança. Sabendo disso, alguns fraudadores aproveitam esta vulnerabilidade para tentar golpes em sites.

Como evitar? O PayLink possui um recurso chamado 3DS Secure. Trata-se de um protocolo interbancário que proporciona um alto nível de segurança para os pagamentos online, com o objetivo de proteger as vendas à distância contra os riscos de fraude.


Quando ocorre a autenticação 3DS, o banco assume a responsabilidade do chargeback, proporcionando muito mais tranquilidade na hora de você entregar seu produto ou serviço.

Outra forma de combater as fraudes, seria a contratação de um sistema antifraude de empresas especializadas, que podem garantir o chargebak ou não, mas certamente vão diminuir seus riscos, bem como poderão baixar a conversão das suas vendas. Esta é uma conta a ser feita.

Além de todos estes recursos tecnológicos, que visam agilizar a venda com o menor impacto para o cliente, sempre é bom lembrar dos velhos métodos, por exemplo: confirmar o endereço com um comprovante de residência, preferencialmente fatura do banco que já comprove a titularidade do cartão e existência de conta corrente naquele banco, checar as redes sociais e até pedir referências pessoais.


Claro que tudo isso vai burocratizar a venda e poderá até afastar o cliente, mas, em se tratando de cliente desconhecido e valor muito alto, primeira compra, porque não?

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